domingo, outubro 16, 2005

A Madre Teresa de Calcutá das Putas

O menino Master Minder anda mesmo irritado com a vida, não admira que seja alvo de ataques no seu blog. Primeiro tentou convencer-me a apagar comentários que outras pessoas lhe fizeram aqui na minha página, e eu isso não posso admitir porque no meu blog mando eu. Depois, como não lhe fiz a vontade, ameaçou que me ia tirar dos seus links, como se isso me provocasse algum incómodo. Podem comprovar o que digo, basta verem os comentários ao post "Marcado a fogo e calcado". Agora o querido Master Minder deu em censurar qualquer resposta que eu lhe dê no seu blog e insiste em apagar os meus comentários. A censura é uma coisa muito feia e o seu azedume é próprio de quem sofre de carência de cona. Mas não desespere, menino Master Minder: já lhe disse que pode contar aqui com a Zézinha, por caridade até a piça lhe chupo enquanto lhe meto um dedinho no rabo. Sou a Madre Teresa de Calcutá das Putas. Ah, e achei muito querido da sua parte que se tenha dado ao trabalho de colocar comentários anónimos no meu blog. Gosto do seu tom de fedelho ofendido, e confesso que até me vim duas vezes à sua conta. Só por isso merece que lhe dê o rabo e, se pedir com jeitinho, até lhe faço uma mijinha quente no peito como sei que o querido gosta. É que as pessoas que utilizam o tipo de linguagem que o querido usa nos mails que me envia, tão diferente do tom com que escreve publicamente, costumam gostar de pratos exóticos como o golden shower que, por sinal, é mais uma das especialidades aqui da Zézinha. Sou uma mijona, e até larguei duas ou três pinguinhas de tanto rir com as suas ameaças. Volte sempre, Master Minder porque, ao contrário de si, eu sou uma mulher justa e generosa, como o são todas as putas dignas desse título.

terça-feira, outubro 11, 2005

Férias de foda

Quase um mês estive sem aqui escrever e as razões não podiam ser melhores. Ganhei bom dinheiro a chuchar em cinco das melhores piças que me foram dadas a provar durante todos estes anos em que sou puta. Foi numa herdade ali para Serpa, com muita mata para levar no cu e um moinho próximo onde aviei três dos clientes que me contrataram para umas férias a foder. Entretanto, apareceu também um pastor e dei-lhe o cu de borla. O feliz que ficou o petiz, que até àquela altura só tinha provado cona de ovelha. Garanto-vos eu que já provei das duas: a minha sabe melhor.
As férias de foda são uma das especialidades que cultivo. Este ano peguei na Charlie e na Anita e fomos de abalada no jipe de três finalistas de Direito. Quando se embarca numa coisa destas convém irmos acompanhadas de amigas bem rapadas, pois é bem sabido que mais cedo ou mais tarde os clientes nos vão pedir para mamar das pássaras umas das outras. E eu, pássaras, lambo-as a todas mas, se for uma rapadinha e amiga, melhor. Chegámos e ainda tivemos tempo de os correr a todos antes do sol se pôr: da boca para o cu, do cu para a cona, da cona para a boca, e assim por diante. A Anita só gritava, coisa que normalmente não pode fazer quando leva no cu, mas ali ninguém nos podia ouvir. Só de a ouvir gritar de prazer vim-me três vezes, todas na boca de um dos rapazes, o de piça mais curta. Que alegria lhe dei, até se veio às pinguinhas.
Um deles esteve até ao último dia para me dizer o que realmente queria. Assim que chegámos percebi que tinha uma ideia fixa, mas nem quando lhe fiz um broche em que não lhe larguei a piça enquanto não se esporrou quatro vezes ele me disse o que era. Só que no domingo, enquanto eu fazia as malas, apareceu-me no quarto com uma camisa vestida e mais nada. A piça vinha tesa e já pingava, como pingava sempre que ele me aparecia à frente. Comecei a massajar-lhe os colhões e ele disse-me baixinho ao ouvido: "Mete-me o dedo no cu". E eu pus. Um, dois, mais outro e mais outro, a mão toda, enquanto lhe chupava a piça com a dedicação de quem já tinha o envelope com dinheiro na mala. Chorou quando se veio e eu fui à casa-de-banho lavar a mão.
Ele veio a conduzir para cima e não disse uma palavra, nem quando eu e a Charlie começámos lá atrás a pôr os dedos na cona uma da outra. Mas ia sempre a olhar para mim através do espelho retrovisor, e eu para ele.
O terceiro rapaz só fodeu duas vezes, e dá-me ideia que a segunda foi com o amigo da piça curta.